



















recheada de recursos que deixam a experiência agradável e confortável, com foco em identidade e conexão — como as memórias, o seu acervo de fotos com a data de quando aconteceu, e os episódios, pra indexar os seus vídeos numa visão organizada, ordenável, com a capa importada direto do link.
vários tipos de perfil: fan accounts, contas pessoais, portais de notícias. cada um com permissões personalizadas — alguns não vão poder interagir com os outros, por exemplo. é assim que uma rede fica confortável pra todo mundo ao mesmo tempo.
o que a gente anda escrevendo
artigos abertos, publicados por quem já está aqui. dá pra ler sem criar conta.
por fora, o look do twitter no seu auge. por dentro, muito mais.
pra que isso existe
a ravoque labs é um laboratório. o código foi pensado pra servir de base: quem quiser levantar a própria rede social, com as próprias regras e a própria cara, começa daqui em vez de começar do zero.
e é o chão de um projeto do meu trabalho: um pequeno ecossistema pra uma academia, uma comunidade em volta dos nossos alunos de personal training. treino, evolução, memórias e conversa no mesmo lugar, entre gente que se vê na sala toda semana.



